Charge encontrada em tutorial sobre Alloy, que nos faz lembrar da importância de especificação bem feita. Ou acabamos encontrando problemas assim na análise:
Cuidado!!! =)
Charge encontrada em tutorial sobre Alloy, que nos faz lembrar da importância de especificação bem feita. Ou acabamos encontrando problemas assim na análise:
Cuidado!!! =)
Deu na Revista Veja desta semana: Jarbas Vasconcelos acusa boa parte de seu partido. E sobre mudanças políticas, declara: “…será um processo longo…” – ou seja, não será ágil, e sim mais para um modelo em cascata - , e “…Não basta mudar os nomes, é preciso mudar as práticas.”
Será que, como um senador que enquanto governou Pernambuco ajudou bastante à criação do Porto digital, Jarbas está ligado também a metodologias de desenvolvimento?
…
Eu sei, a piada foi sem graça. =)
Notícia descoberta no Br-Linux, graças à contribuição do blog deste link.
PS: Espero que o WordPress use o Unix Time para medir o tempo e publique na data correta. =)
Devo colocar lá tipos diferentes de texto. Links vistos pela web, qualquer besteira a ser escrita – resumindo, coisas interessantes mas não o suficiente pra merecerem um post. Está dado o recado.
Enquanto termino algo pra postar aqui:

Droga, empatamos. =)
Significado da palavra “geek”, para quem não saiba uma definição boa, vindo de um site de quadrinhos exatamente sobre isso:
Este post é dedicado aos lendários jogos de Adventure de outrora, jogos que fizeram minha infância e adolescência muito mais interessantes. =)
Os jogos deste gênero produzidos no começo dos anos 90 pela Lucas Arts tinham tudo: humor, sarcasmo, inteligência, ação e até romance – a p**ra toda. Foi uma boa era. Jogos muito bem feitos, nos quais você não tinha como perder: parte da filosofia da empresa era que “jogos são feitos para divertir, não para frustrar o jogador” – havia realmente declarações da filosofia nos manuais dos jogos! É, muita coisa mudou desde então. Por isso, volta e meia recorro a eles.
“An ambush? Really?”
, por Miranda, amiga de Maureen, pouco antes de ela lhe sacanear não lhe dando uma carona.
The Day of The Tentacle é um jogo ousado. É bem provável que ele seja um dos motivos de eu gostar de história, já que sua paródia da história americana junto com a idéia de causalidade de fatos e apelo científico tornam o jogo bastante complexo. Paradoxos de viagem no tempo são deixados de lado quando você precisa salvar o mundo!
Um pouco do enredo: Não menciono o Maniac Mansion original aqui por alguns motivos: sua dinâmica era um tanto mais confusa que o 2º, nunca cheguei a jogá-lo por completo, e ele não possuía a filosofia de que o jogador não pode perder – não necessariamente nesta ordem. Mesmo assim, sua história tem continuidade no segundo jogo da série, onde 3 estudantes voltam a Mansão para salvar o mundo, quando um tentáculo – criação do Dr. Fred, gênio lunático do primeiro jogo – pede socorro com ajuda de um hamster. Ao salvarem o tentáculo bom, eles também libertam um tentáculo terrivelmente maligno, que parte então para dominar o mundo. A única solução então é viajar no tempo de forma a impedir que o tentáculo maligno ganhe poderes, e venha a precisar ser impedido. Quando os três personagens tentam fazê-lo, acabam se separando entre o passado, presente e o futuro, e AÍ começa a diversão de verdade. =)
Um último jogo sobre o qual eu comentaria seria a série da Ilha dos Macacos (Maldição, fuga, etc). Formam uma série muito bem sucedida e tal, MAS eu nunca os joguei. Houve milhares de comentários entre amigos, porém nunca tive a oportunidade. Uma pena. Quando jogar, colocarei algo aqui.